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GEO é o conjunto de práticas que aumenta a chance de o conteúdo de uma empresa ser usado e citado nas respostas geradas por inteligência artificial, como as do Google e as do ChatGPT. Ele não substitui o SEO. Ele se apoia nele.
Cada vez mais gente faz a pergunta direto para uma IA, seja na resposta que aparece no topo do Google, seja em assistentes de conversa. Nesse cenário, não basta aparecer na lista de links. Também importa ser a fonte que a IA escolhe mostrar. O ponto de partida é sempre um site que o Google consegue rastrear e entender, como os que a Divera desenvolve em seu trabalho de criação de sites profissionais.
GEO é a sigla de Generative Engine Optimization, em português, otimização para mecanismos generativos. O termo ganhou força com um estudo acadêmico de 2023, em que um grupo de pesquisadores propôs métodos para aumentar a visibilidade de conteúdos em respostas de IA. Nos testes dos autores, algumas técnicas elevaram essa visibilidade em até 40%, com resultados diferentes conforme o assunto.
Na prática, o GEO se resume a uma pergunta. Quando alguém pede à IA uma recomendação sobre o seu mercado, o seu conteúdo é bom o bastante para entrar na resposta? O SEO continua sendo a porta de entrada, porque os sistemas de IA se apoiam em páginas que já são encontráveis, claras e confiáveis. Quem tem uma base de SEO bem feita começa na frente.
A documentação oficial do Google sobre recursos de IA na Busca explica que as boas práticas de SEO valem também para os AI Overviews e para o AI Mode. Segundo o texto, não há requisitos adicionais para aparecer nesses recursos. A página precisa estar indexada e elegível para aparecer com trecho (snippet) na Pesquisa. O Google afirma ainda que não é preciso criar arquivos específicos para IA nem usar marcação especial.
Isso desmonta uma promessa comum no mercado, a de que existe um truque secreto para aparecer na IA. O que existe é conteúdo útil, tecnicamente acessível e feito para pessoas. Vale lembrar também que os recursos de IA nem sempre aparecem, já que o próprio Google diz que os AI Overviews só são acionados quando complementam a busca tradicional.
O que muda de um para o outro é a medição. No SEO, você acompanha posição, cliques e conversões. No GEO, o que interessa é se a sua marca aparece como fonte e em que contexto. Como o Search Console não separa as duas coisas com clareza, explicamos como interpretar os dados no texto sobre Search Console e respostas de IA.
Em compras entre empresas, a pesquisa costuma começar antes de qualquer contato com fornecedores. Em uma pesquisa da Gartner com 645 compradores B2B, feita entre agosto e setembro de 2025, 45% usaram IA generativa no processo de compra, principalmente para pesquisar fornecedores e produtos. Se a IA resume o mercado e cita poucas empresas, quem não está entre elas pode ficar fora da disputa sem saber que ela existiu.
Há também um efeito sobre o tráfego. Um estudo em pré-publicação, ainda sem revisão por pares, acompanhou 1.100 participantes na Busca do Google e indicou que a remoção dos AI Overviews e do AI Mode aumentou a taxa de cliques para os sites. Por ser um preprint, vale tratar o resultado como um sinal e não como número definitivo para o mercado brasileiro. Mesmo assim, ele reforça a ideia de que estar na resposta passa a ser um objetivo por si só.
Ninguém controla o que a IA vai citar, e quem prometer garantia está exagerando. O que dá para fazer é facilitar a vida dela e a do leitor.
Na Divera, o GEO faz parte do serviço de posicionamento no Google e nas respostas de IA, que combina conteúdo e SEO. Estamos no mercado desde 2007 e o processo costuma seguir quatro frentes.
Não prometemos primeiro lugar no Google nem citação garantida em IA. O que entregamos é um plano claro, com acompanhamento dos resultados.
A medição ainda é imperfeita, e é melhor saber disso desde o início.
A Divera faz um diagnóstico gratuito da presença da sua empresa na busca e nas respostas com IA e indica o que priorizar entre site, conteúdo e SEO. Conheça como construímos sites preparados para a busca e para as IAs e fale com a nossa equipe pelo formulário.
Fred Marinho é fundador da Divera, empresa de tecnologia e performance digital ativa desde 2007, e cofundador da HD Solutions. Cientista da Computação pela Universidade de Itaúna, com pós-graduação em Marketing e Mídias Digitais pela FGV e em Gestão de Pessoas pela UFJF. Escreve sobre estratégia digital, performance e gestão de equipes.
Fred Marinho