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A pergunta mudou nos últimos anos. Quase ninguém mais discute se a empresa precisa de site. O que se discute agora é se vale a pena investir num site de verdade ou se o perfil no Instagram já resolve.
Este texto responde as duas coisas: por que o site continua sendo o ativo digital mais importante de uma empresa, e por que ter um site qualquer não produz o mesmo efeito que ter um site que funciona.
Segundo pesquisa do Pew Research Center, cerca de 97% dos consumidores usam a internet para encontrar empresas, produtos e serviços locais. O levantamento "Local Search Usage Study", da BrightLocal, chega ao mesmo número.
Não estar ali não significa aparecer menos. Significa não existir para quem procura o que você vende e ainda não conhece a sua empresa.
Uma pesquisa da SquareSpace aponta que 80% dos consumidores pesquisam produtos e serviços online antes de comprar. E essa pesquisa acontece à noite, no fim de semana, no intervalo do almoço.
O site responde nesses momentos. Explica o serviço, mostra o portfólio, informa endereço e horário, recebe a mensagem. É a única parte da empresa que trabalha sem escala.
Um estudo da Stanford University mostrou que 75% dos usuários julgam a credibilidade de uma empresa a partir do design do site. A pesquisa da Clutch chega perto disso: para 46% dos consumidores, a aparência do site é o fator mais importante nessa avaliação.
O julgamento acontece em segundos e antes de qualquer leitura. Site que parece improvisado transfere essa impressão para a empresa inteira, inclusive para quem entrega um trabalho impecável.
Aprofunde em os 12 sinais que seu visitante avalia em segundos.
Levantamento da Blue Corona indica que o marketing online é cerca de 62% mais barato que o offline e gera três vezes mais contatos.
A diferença não está só no custo por veiculação. Está em que o site continua trabalhando depois que a campanha para, enquanto o anúncio some no dia em que a verba acaba.
Veja tráfego orgânico: o que é e como conquistar.
Segundo a Clutch, 64% das pequenas empresas possuem site. Nos setores mais disputados, esse número é maior.
Quando o cliente compara três fornecedores e um deles não tem site, a comparação já começa desequilibrada. Não porque o site prove qualidade, mas porque a ausência levanta dúvida.
Pesquisa da Econsultancy mostra que 79% dos consumidores preferem contato online a telefone.
Formulário, WhatsApp com mensagem contextual e chat reduzem a barreira do primeiro contato. Quem ainda não decidiu comprar raramente liga, mas manda mensagem.
De acordo com o Think with Google, 72% dos profissionais de marketing usam análise de dados para embasar decisões.
O site mostra por qual busca a pessoa chegou, quais páginas ela leu, onde desistiu e o que gerou contato. Isso não orienta apenas o site: orienta o discurso comercial, o portfólio e até a definição do que a empresa vende.
Entenda em o que são UTMs.
Aqui está a parte que a maioria dos textos sobre o tema não diz.
Recebemos com frequência empresas que já tinham site, não obtinham resultado nenhum, não conseguiam venda e não sabiam quantos acessos o site recebia. Ao abrir a página, o problema costumava ser visível em poucos segundos.
Site que apenas existe cumpre uma função de endereço. Site que funciona é ferramenta comercial. A diferença aparece em cinco pontos:
Ao final de todo projeto na Divera, fazemos um laudo técnico que verifica exatamente isso, incluindo se os formulários estão entregando e se alguém está recebendo.
Dois roteiros práticos, ambos aplicáveis hoje:
Para avaliar se o site transmite confiança e não está barrando contato, veja os 12 sinais que seu visitante avalia em segundos.
Para avaliar o layout com critério objetivo, veja design de site profissional: 10 pontos para avaliar.
E se a conclusão for que o site atual já não sustenta o que a empresa é hoje, o próximo passo está em 7 sinais de que o site da sua empresa precisa ser refeito.
Site não é despesa de presença digital. É o único canal que a empresa controla de ponta a ponta, que funciona sem depender de algoritmo de rede social e que continua trazendo contato depois que o investimento em mídia acaba.
A pergunta que vale, então, não é se a empresa precisa de site. É se o site que ela tem hoje está trabalhando a favor ou contra ela.
Desde 2007 construímos sites com essa lógica. Conheça nossos serviços de criação de sites profissionais.
Fred Marinho é fundador da Divera, empresa de tecnologia e performance digital ativa desde 2007, e cofundador da HD Solutions. Cientista da Computação pela Universidade de Itaúna, com pós-graduação em Marketing e Mídias Digitais pela FGV e em Gestão de Pessoas pela UFJF. Escreve sobre estratégia digital, performance e gestão de equipes.
Fred Marinho