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MVP é a sigla de Minimum Viable Product, em português, produto mínimo viável. É a primeira versão de um produto, com apenas as funções essenciais para resolver um problema real e permitir aprender com usuários de verdade antes de investir no produto completo.
Toda ideia de sistema, aplicativo ou plataforma parece ótima na cabeça de quem teve. O problema é que gastar meses de desenvolvimento antes de saber se alguém vai usar costuma sair caro. O MVP existe para reduzir esse risco, e a Divera aplica essa lógica nos projetos em que desenvolve sites, portais e plataformas sob medida.
Na definição de Eric Ries, autor do método Lean Startup, o MVP é a primeira versão de um produto, criada para começar a aprender o mais rápido possível sobre o problema a ser resolvido. A partir dele, o negócio entra em um ciclo de construir, medir e aprender, que termina em uma decisão: ajustar o rumo ou seguir em frente.
O objetivo do MVP não é entregar um produto pela metade. É responder a uma pergunta de negócio com o menor esforço possível. Alguém precisa disso o bastante para usar e, talvez, pagar?
Também não precisa ser um software completo. Dependendo da ideia, a primeira versão pode ser uma página que explica a proposta e coleta contatos de interessados, um protótipo navegável ou até um processo feito manualmente por trás de uma tela simples. O que define o MVP é o aprendizado que ele gera, não a tecnologia usada.
Se o processo já existe e está bem definido, como a automação de uma rotina interna conhecida, talvez seja mais eficiente desenvolver direto a solução completa, por etapas. O MVP é mais útil onde existe incerteza.
O Design Sprint foi popularizado pela GV, braço de investimentos da Alphabet, dona do Google, como um processo de cinco dias para responder a perguntas críticas de negócio por meio de design, prototipagem e testes com clientes. Na Divera, usamos uma versão própria para projetos de software mais complexos. Ela funciona como um pré-projeto, feito antes de programar qualquer linha.
Nele, a equipe e o cliente definem juntos o que entra na primeira versão, o que fica para a segunda, o que pode vir algum dia e o que não faz parte do sistema. Na prática, funciona assim.
Com isso, o orçamento final fica mais preciso e mais justo para os dois lados. O contratante também ganha a chance de desistir se, ao entender a real complexidade, concluir que o projeto não faz sentido agora. Se o projeto for aprovado, o valor do Design Sprint é abatido do valor final.
É o mesmo cuidado que aplicamos em sites, portais, plataformas e sistemas web sob medida. Primeiro entender, depois construir.
Um esclarecimento ajuda a evitar confusão: MVP não é protótipo. O protótipo simula como o produto vai funcionar, geralmente sem funcionar de verdade, enquanto o MVP funciona e é usado por pessoas reais. Por isso, ele pode ser aproveitado na versão final quando a base técnica é bem planejada, e é aí que a escolha de tecnologia no início faz diferença. Isso vale para startups e também para empresas estabelecidas, que testam novos serviços, portais e sistemas internos antes de ampliar o investimento.
Sem métrica, qualquer resultado vira opinião. O ciclo de construir, medir e aprender descrito no Lean Startup depende de números que mostrem causa e efeito, e não de impressões. Para um MVP, vale escolher poucos indicadores ligados à pergunta que você quer responder.
Para acompanhar esses números no ambiente digital, a medição precisa estar configurada desde o primeiro dia. Nosso guia de Google Tag Manager mostra por onde começar.
A Divera conduz o Design Sprint, define o escopo mínimo, escolhe a tecnologia e desenvolve a primeira versão, com visão de negócio e técnica. Conheça o nosso trabalho com sites e plataformas feitos para crescer e fale com a nossa equipe pelo formulário.
Fred Marinho é fundador da Divera, empresa de tecnologia e performance digital ativa desde 2007, e cofundador da HD Solutions. Cientista da Computação pela Universidade de Itaúna, com pós-graduação em Marketing e Mídias Digitais pela FGV e em Gestão de Pessoas pela UFJF. Escreve sobre estratégia digital, performance e gestão de equipes.
Fred Marinho