Salvamos dados da sua visita para melhorar nossos serviços e personalizar sua experiência. Ao continuar, você concorda com nossa Política de Privacidade, incluindo a política de cookie.
O ChatGPT começou a exibir anúncios no Brasil em agosto de 2026, em fase de teste. Para quem investe em tráfego pago, a notícia abre uma pergunta prática. Isso já é um canal para colocar verba ou ainda é cedo? A resposta depende do que está confirmado e do que ainda é piloto.
Antes de mexer no orçamento, vale entender o que mudou e o que continua igual. O que decide o resultado de qualquer anúncio, em qualquer plataforma, é a mensagem, a página para onde o clique leva e a medição, e é nisso que a Divera trabalha quando faz a criação de sites com foco em conversão.
De acordo com o Meio & Mensagem, a OpenAI iniciou os primeiros testes de anúncios no Brasil, que foi o oitavo mercado a receber o ChatGPT Ads. Antes dele, o formato já havia chegado aos Estados Unidos, Canadá, Reino Unido, Austrália, Nova Zelândia, Japão e Coreia do Sul.
Os pontos principais da matéria são estes.
Isso é importante porque um teste costuma mudar de formato, de regras e de acesso para anunciantes. Planejar uma campanha como se o canal já estivesse maduro é um risco.
No texto em que apresenta a abordagem da empresa para publicidade, a OpenAI afirma que os anúncios ficam na parte inferior das respostas, claramente rotulados e separados do conteúdo orgânico, e que eles não influenciam o que o ChatGPT responde. A empresa diz ainda que as conversas são mantidas privadas em relação aos anunciantes e que os dados não são vendidos a eles.
O mesmo texto lista limites. Não há anúncios para contas de menores de 18 anos, nem perto de temas sensíveis ou regulados, como saúde, saúde mental e política. O usuário pode desativar a personalização, dispensar um anúncio e ver por que ele apareceu. Vale um alerta de leitura, já que esse documento descreve o teste feito inicialmente nos Estados Unidos. As regras no Brasil podem ter diferenças, então a fonte final para o anunciante são sempre as comunicações oficiais da plataforma.
Também vale lembrar que o anúncio leva a pessoa até a sua página, e é ali que o contato acontece. Se a página é lenta, confusa ou não funciona bem no celular, a verba investida em mídia se perde, em qualquer canal. Outra dúvida comum é se isso substitui o Google Ads. Não há motivo para pensar assim, porque são canais com maturidade diferente, e o Google Ads continua sendo uma das formas mais previsíveis de captar quem já procura por uma solução.
Enquanto essas respostas não existem, qualquer promessa de resultado nesse canal é especulação.
Por isso, a postura mais segura é de observação ativa. Acompanhe as comunicações da plataforma, converse com quem gerencia as suas campanhas e registre hoje quanto custa e quanto rende cada contato nos canais atuais. Com esse histórico, qualquer teste futuro terá uma régua de comparação, e a decisão deixa de ser baseada em curiosidade.
Uma pergunta que aparece com frequência é como saber se vale testar. A resposta depende do público e do ciclo de compra do seu negócio, e uma análise das campanhas atuais indica onde há espaço para novos testes. Compare o custo por contato dos canais que você já usa e pergunte se o seu cliente costuma pesquisar fornecedores conversando com uma IA. Se a resposta for não ou for incerta, o canal pode esperar sem prejuízo, e o orçamento rende mais quando fortalece o que já traz retorno.
Se a sua empresa ainda não tem campanhas estruturadas em buscas e redes sociais, o melhor investimento agora não é um canal em teste. É montar a base, com conta bem configurada, mensagem clara, página de destino adequada e medição confiável. Esse trabalho serve para qualquer canal, inclusive para o ChatGPT quando ele estiver aberto ao seu tipo de negócio.
Também faz sentido esperar quando o produto tem ciclo de compra longo e pouca busca direta, ou quando não há como medir o resultado de ponta a ponta. Sem medição, o teste vira gasto sem aprendizado. Nesses casos, o orçamento rende mais quando vai para fortalecer o que já traz retorno, como a página de serviços, a medição e as campanhas de busca.
A Divera estrutura e gerencia campanhas de Google Ads e Meta Ads com medição de ponta a ponta, para que cada real investido seja comparável e justificável. Veja também como criamos sites que convertem o tráfego em contatos e fale com a nossa equipe pelo formulário.
Fred Marinho é fundador da Divera, empresa de tecnologia e performance digital ativa desde 2007, e cofundador da HD Solutions. Cientista da Computação pela Universidade de Itaúna, com pós-graduação em Marketing e Mídias Digitais pela FGV e em Gestão de Pessoas pela UFJF. Escreve sobre estratégia digital, performance e gestão de equipes.
Fred Marinho